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06 abril 2023

Studio Ghibli

Só para deixar anotado os filmes que assisti da Studio Ghibli :)
  • 1984 - Nausicaä do vale do vento
  • 1986 - O castelo no céu
  • 1988 - Meu amigo Totoro 
  • 1988 - Túmulo dos vagalumes 
  • 1989 - O serviço de entregas da Kiki ★★★★½ 
  • 1991 - Memórias de ontem 
  • 1992 - Porco Rosso: O último herói romântico 
  • 1993 - Eu posso ouvir o oceano
  • 1994 - PomPoko: A grande batalha dos guaxinins 
  • 1995 - Sussurros do coração
  • 1997 - Princesa Mononoke 
  • 1999 - Meus vizinhos os Yamadas 
  • 2001 - A viagem de Chihiro 
  • 2002 - O reino dos gatos 
  • 2004 - O castelo animado ★★★★ 
  • 2006 - Contos de Terramar 
  • 2008 - Ponyo: Uma amizade que veio do mar ★★★★★ 
  • 2010 - O mundo dos pequeninos ★★★
  • 2011 - Da colina Kokuriko 
  • 2013 - Vidas ao vento
  • 2013 - O conto da princesa Kaguya ★★★★★ 
  • 2014 - As memórias de Marnie
  • 2020 - Aya e a Bruxa

04 agosto 2020

Séries que assisti nessa quarentena

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Anne with an E

Eu decidi assistir essa série porque vi muitas recomendações. Ainda bem que eu o fiz, pois ela é maravilhosa. No começo, logo nos primeiros episódios, eu não me senti muito comovida — eu lembro de ter achado que se trataria de uma série muito boba e infantil. Mas Anne é uma história para todas as idades. A narrativa é perfeita, foi baseada em uma série de livros escrita pela canadense Lucy Maud Montgomery no início do século XX. Ela trata de temas atemporais de forma muito inteligente e a cada episódio eu me encantava mais e mais. É perceptível a evolução da Anne e das outras personagens no decorrer dos episódios e eu tive todos os tipos de emoções possíveis assistindo a essa série, ela mexe demais com o coração. Eu me encantei tanto que não me contive só com as três temporadas disponíveis na Netflix. Sabendo que não teria uma 4ª temporada e nem uma possível continuação, comprei a coleção com todos os livros da Anne, que conta a vida da personagem dos 11 aos 40 anos de idade. Não vejo a hora de me deliciar com as páginas dessa história maravilhosa. ★★★★★

Brooklyn Nine-Nine': roteiro reescrito após protestos - Folha PE
Brooklyn 99

Assim como em Friends, em B99 também foi quase impossível eleger uma personagem favorita. As personagens são muito diferentes umas das outras, tanto que no começo achei um pouco estranho e desconexo, mas logo percebi que essa junção de personalidades é proposital e perfeitamente combinada no roteiro! A série se passa em uma delegacia do Brooklyn e apesar de ser série policial ela não se trata principalmente por investigação criminal séria (ainda que esteja presente na série em alguns momentos). O foco é sobretudo o humor e a vivência com os colegas no ambiente de trabalho. A maior parte da série se passa dentro da delegacia, deixando-nos familiarizados com o ambiente. A série é fluida, altamente viciável e muito divertida. Tomou-me gargalhadas de doer a barriga. Recomendo fortemente nessa quarentena. ★★★★★

Isso foi o que achei do primeiro episódio de "Eu Nunca"
Eu nunca

A minha irmã me obrigou a assistir o primeiro episódio de Eu nunca e apesar de eu não confiar nem um pouco no gosto dela para séries (principalmente as do público adolescente), essa série ganhou um espacinho no meu coração! Ouso em dizer que o roteiro surpreendeu-me em muitos aspectos - é absolutamente engraçado, eu morri de rir em muitas das cenas! A personagem principal é uma indiana cômica, muito espontânea, bastante singular, cheia de ideias mirabolantes e desastrosas. Jamais assistiria essa série por conta própria, ela parece meio tosca e muito clichê a primeira vista, mas é realmente boa e vale a pena. ★★★★☆

Dezembro na Netflix: 12 séries para assistir ao longo do mês ...
O Mundo Sombrio de Sabrina

Não tenho paciência para a maioria dos dramas dessa série e gosto e desgosto em muitas partes, assim como também concordo e discordo em outras. Assisto principalmente porque gosto da estética de Halloween que ela transmite, e isso de certa forma me prende muito (porque não conheço outras séries assim), e também porque gosto muito das tias de Sabrina. Sendo sincera, não recomendo essa série senão pela fotografia, mas há muitas outras séries igualmente boas em questão de fotografia que mais valem a pena serem assistidas. Senti-me em uma montanha-russa no decorrer dos episódios, ora apreciava o rumo que a série tomava e, de repente, por uma decisão ou outra que eu não julgava agradável, já não sentia mais vontade de assistir. É cheia de reviravoltas desnecessárias, a coitada da Sabrina não tem um dia sequer de paz na sua vidinha de adolescente mística. ★★★☆☆

14 dezembro 2016

(500) dias com ódio

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Bem, eu assisti ao filme (500) dias com ela e posso dizer, com toda convicção, que eu o amo e o odeio. O filme é de 2009 e o começo já deixa bem claro que não se trata de uma história de amor, mas até aí tudo bem.

O filme é dirigido por Marc Webb e me lembrou o cinema francês; a direção de Woody Allen em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977) e a direção e fotografia de Wes Andreson. A trilha sonora e as referências artísticas são maravilhosas.

S I N O P S E por mim: O filme começa com Summer (Zooey Deschanel) terminando com Tom (Joseph Gordon-Levitt) repentinamente e a história se desenvolve de forma atemporal se baseando no relacionamento deles na visão de Tom durante 500 dias após tê-la conhecido no trabalho, onde escrevia frases para cartões comemorativos de dia dos namorados (Valentine's day).

Summer se mostra desacreditada no amor durante todo o filme e transmite esse sentimento a Tom, que acreditava no amor, após o término inexplicável do relacionamento. Tenho medo de algum dia encontrar uma "Summer" que me faça desacreditar no amor. Não que eu acredite em contos de fadas, mas procuro alguém para correr e brincar de faz de conta em lojas de móveis e decorações.

Talvez um dia eu assista e a entenda, mas, por ora, eu sinceramente não tenho maturidade para compreende-la e não odiá-la. Daí o título da postagem.

Vocês já assistiram (500) dias com ela? Se sim, gostaram e odiaram tanto quanto eu? Se não, assistam! Tem na Netflix. Eu recomendo muito. (★★★★★)

16 setembro 2016

três últimos filmes assistidos


1. Os Bons Companheiros (Martin Scorsese, 1990)

O filme conta a história de um garoto (Henry Hill) que resolveu tornar-se gangster e por isso envolveu-se com mafiosos italo-americanos no bairro do Brooklyn, onde morava, em NY. Largou os estudos para trabalhar para eles e com 20 anos já havia se tornado um grande ladrão mafioso com esquemas que envolviam milhares de dólares, junto com seus companheiros Jimmy e Tommy. O filme é genial, baseado em fatos reais e se passa nas décadas de 60 e 70.

2. Se Meu Apartamento Falasse (Billy Wilder, 1960)

A história é sobre um homem que aluga seu apartamento às noites para que seu chefe e superiores possam ter encontros amorosos com suas amantes nele. Ele acaba se apaixonando pela ascensorista do edifício onde trabalha, sem saber que ela é uma dessas amantes e a história vai se desenrolando de modo que ele precisa escolher entre ela ou o bom cargo que conseguiu. Os filmes antigos são os meus favoritos, sem dúvida, mas infelizmente esse não me cativou muito. A história é simplesmente muito clichê, apesar de que já vi filmes clichês que me cativaram de maneiras inexplicáveis.

3. A Onda (Dennis Gansel, 2008)

Filme genial, cheio de metáforas e um dos poucos filmes alemães que assisti. Para dar uma aula sobre autocracia, um professor do ensino médio cria um grupo fascista (A Onda) na sala de aula. A problemática acontece quando o grupo toma uma forma gigantesca e essa proporciona exclusão, vandalismo e violência, que já não poderiam ser controladas mais pelo professor, o líder. O filme é ótimo, apesar de ser trágico.

10 agosto 2016

Todo mundo gosta, menos eu (Cinema)

Como sabem (ou não), sou cinéfila e amante da sétima arte, então resolvi escrever sobre três coisas do mundo do cinema que eu não gosto e que às vezes eu me sinto sozinha por não gostar. Espero, realmente, não ser a única.


1. Steven Spielberg (diretor)

Quando a pessoa diz que entende de cinema e fala que o seu diretor favorito é o Spielberg, eu já começo a ficar desconfiada. Eu sei que ele tem um rostinho muito simpático e que ele é uma pessoa de extrema importância para a história do cinema (principalmente quando se trata de efeitos especiais, podendo citar Tubarão e Jurassic Park) e que já ganhou e foi indicado a várias premiações superimportantes com o seus filmes, mas simplesmente... não gosto. Eu não acho os seus roteiros os melhores, os diálogos são ruins, e não suporto mais ouvir falar de alguns filmes dele (para não dizer a maioria). Mas também confesso que tem alguns que dá para salvar: A cor púrpura, O Terminal e A Lista de Schindler. São ótimos e eu recomendo.

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2. Titanic (filme)

Para falar a verdade, já assisti este filme dezenas de vezes (tenho duas irmãs) e confesso ter chorado em todas elas. O filme é bom, de fato, e não há sobre o que reclamar da atuação de Kate Winslet e Leonardo DiCaprio. É um clássico bem emocionante e todos devem assistir, porém não simpatizei com o filme, não sei, há algo nele que não me permite apreciá-lo como deveria. E não posso esquecer de mencionar que também não suporto mais ouvir MY HEART WILL GO ON.


3. Terror (gênero)

Fiquei na dúvida se escolheria em terceiro lugar comédia romântica ou terror, mas comédia romântica às vezes é suportável e terror na maioria das vezes me irrita bastante, com exceção dos filmes do Alfred Hitchcock, que é um gênio — e digo o mesmo para Tim Burton, que me encanta com os seus roteiros macabros e estéticas impecáveis. Em geral, não gosto de filmes de terror pois não gosto de sentir medo sem necessidade e consumir violência, crimes e sofrimento.

29 julho 2016

3 últimos filmes assistidos


1. A árvore (Julie Bertuccelli, 2010)

Este filme eu encontrei na Netflix por acaso e simplesmente amei. Já recomendei para amigo, as irmãs, mãe e namorado. A sinopse do filme segundo a Netflix quase me fez desistir dele, mas que bom que eu apertei ao play mesmo assim. Quando eu estava assistindo, eu pensei "nossa, o cabelo desta atriz é tão anos 60/70, muito parecido com o da Jane Birkin" e acredita que a atriz é filha da Jane? Haha. Eu devia ter desconfiado pelo sobrenome do pai, Gainsbourg. Enfim. O filme conta a história da mãe e seus quatro filhos após a morte do pai e é simplesmente lindo. A história se passa na Austrália e a figueira, acredito eu, é a verdadeira protagonista da história.

2. Os Excêntricos Tenenbaums (Wes Anderson, 2001)

Royal, o pai, e Etheline, a mãe, se separam, mas não legalmente. Quando Royal descobre que sua esposa quer se casar novamente, ele vai atrás da família (da esposa e dos três filhos) para, depois de anos, junta-la novamente. Primeiramente, a fotografia deste filme é linda — assim como a de todos os filmes de Wes Anderson. O gênero é comédia e, confesso, bem divertida. É dividido em capítulos e estes mostram a vida das personagens da família Tenenbaum. Eu gostei bastante, mas do Wes ainda prefiro Moonrise Kingdom ♡

3. Uma linda mulher (Garry Marshall, 1990)

Estou atrasada, eu sei. O problema é que eu não gosto de comédia-romântica e por isso nunca tive muito interesse em assistir a este, apesar de saber que é um clássico. Eu achei ótima a atuação da Julia Roberts e devo dizer que eu gostei muito. O filme conta a história de uma garota de programa que se envolve com um milionário e para isso ela precisa se adaptar para ir aos encontros elegantes com ele. O filme tem aquele finalzinho feliz clichê que nos deixa entusiasmados.

29 setembro 2015

Dear Wes


Recentemente assisti ao filme Moonrise Kingdom, dirigido por Wes Anderson em 2012. É simplesmente uma graça e tem um diálogo muito inteligente. A história se passa na década de 60, mais especificamente no ano de 1965 e retrata o relacionamento peculiar das protagonistas Sam e Suzy, duas crianças de 12 anos de idade que resolvem fugir juntas porque estavam insatisfeitas com suas vidas e suas famílias.

A fotografia do filme é linda, toda retrô, e a trilha sonora faz com que tudo fique muito bem combinadinho. Eu sou apaixonada pela direção do Wes; Eu não considero o filme uma trama infantil apesar de toda a sua ingenuidade e das protagonistas serem crianças. Os conflitos não são imaturos. O filme, apesar disso, me decepcionou um pouco por achá-lo algumas vezes "morno" demais, mas recomendo-o mesmo assim;

31 março 2015

três últimos filmes que assisti


1. Garota, interrompida (James Mangold, 1999)

Baseado em fatos reais, esse filme retrata a história de Susanna Kaysen, uma garota da década de 60, aparentemente normal, que vai parar em um hospital psiquiátrico. E se é permitido que eu compare, achei o filme quase uma versão feminina de Um Estranho no Ninho (que por sinal, é um de meus filmes favoritos). Os conflitos me atingiram de forma tal que me senti uma personagem da história. Recomendo àqueles que tem mente aberta e uma visão positiva da "insanidade".


2. Kill Bill: Vol. 2 (direção de Quentin Tarantino, 2003/2004)

Eu já havia começado esse filme há muito tempo, mas não havia visto o final e por isso, tive que reassisti-lo, o que fez com que ele ganhasse um espacinho nessa postagem. O enredo retrata a vingança de Beatrix, que quer acabar com todos aqueles que fizeram do ensaio do seu casamento um massacre. Devo confessar que não conheço muito da cultura japonesa, então sempre tive aquela visão de que me arrependeria ao clicar o play, mas Tarantino me convenceu com esse clássico. Não é o melhor do diretor, mas é sem dúvidas um excelente filme.


3. Juno (direção de Jason Reitman, 2007)

Juno é uma garota de 16 anos que engravida de seu colega e procura pais adotivos para seu filho, para não ter que recorrer ao aborto. Esse filme retrata de forma cômica a gravidez na adolescência e  o mesmo venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original em 2008. Eu até concordo com a premiação, mas o problema é que ele é aquele filme típico americano que dependendo do meu humor, me enoja um pouco. Achei o filme meio morno, mas ele passa uma lição legal.

06 março 2015

500 anos da mulher na arte

O Dia Internacional da Mulher (MARÇO, 8) aproxima-se e portanto, eu trouxe um vídeo incrível que retrata 500 anos da mulher na arte, feito por Philip Scott Johnson. O que mais me fascina é ver tanta beleza feminina sendo representada historicamente nas telas por tantos pintores magníficos. É uma pena saber que são poucas as autorias femininas, e que as pintoras demoraram a ter seus espaços reconhecidos no meio artístico. Esse vídeo ganhou o prêmio YouTube Awards de Vídeo mais criativo em 2007 e é simplesmente genial. Por mais que eu tenha assistido mais de cinco vezes, confesso que me arrepiei em todas elas. MULHER NÃO É RASCUNHO, É OBRA-PRIMA.

25 fevereiro 2015

Vincent Malloy

Confesso que quando assisti pela primeira vez tive a certeza de que não encontraria outro curta melhor, dando a este a colocação de meu curta-metragem favorito. Feito em 1982, por Tim Burton, em forma de poema e em preto e branco, ele me conquistou desde o primeiro minuto, mesmo possuindo somente 5 minutos. O filme retrata a história de Vincent Malloy, um garoto que queria ser como Vincent Price — um grande ator de horror que teve o primórdio de sua carreira em 1939. Denominado Mestre do Macabro, Vincent Price não só foi citado no curta, como também foi quem o narrou com sua voz icônica. Um dos pontos do qual mais gostei foram as referências geniais à duas obras do Edgar Allan Poe, O gato preto e de O corvo.

APERTE O PLAY ABAIXO.

22 setembro 2014

SCOTT CAMPBELL E OS CLÁSSICOS DO CINEMA

Gostei muito do trabalho de Scott Campbell. Ele fez um projeto e o nomeou Great Showdowns, do qual ele reúne personagens ou cenas de filmes marcantes e retrata em traços simples e adoráveis. Fiquei um bom tempo tentando adivinhar os filmes dos quais ele retratou. Selecionei alguns dos meus filmes favoritos... Será que você consegue adivinhar todos? Confira o site do artista (aqui)

1. O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, de Jean-Pierre Jeunet.
2. Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick.
3, 4. Pulp Fiction, de Quentin Tarantino.
5. O Iluminado, de Stanley Kubrick.
6. Psicose, de Alfred Hitchcock.
7. Grease, de Randal Kleiser.
8. Curtindo a Vida Adoidado, de John Hughes.
9. Cães de Aluguel, de Quentin Tarantino.
10. O Labirinto do Fauno, de Guillermo del Toro.